sábado, 3 de setembro de 2011

DIA DOS PAIS E SEMANA DA FAMÍLIA
Que nenhuma família comece em qualquer de repente
Que nenhuma família termine por falta de amor
Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente
E que nada no mundo separe um casal sonhador!

Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte
Que eles vivam do ontem, do hoje, e em função de um depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também

Que marido e mulher tenham força de amar sem medida
Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão
Que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida
Que a família celebre a partilha do abraço e do pão!

Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos!
Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois!
Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho,
seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também  

domingo, 24 de julho de 2011



NOVENÁRIO – PADROEIRA SANTA CÂNDIDA- 2011



Tema: “UM OLHAR SOBRE AS DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO

EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2011-2015”



“A Igreja existe para evangelizar. Em meio às alegrias e esperanças, tristezas e angústias do ser humano de cada tempo, notadamente dos que sofrem (cf. GS, n. 1), ela anuncia, por palavras e ações, Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14,6). Para cumprir sua missão, a Igreja, impulsionada pelo Espírito Santo, acolhe, reza a Palavra que salva, escuta os sinais dos tempos, revê práticas pastorais e discerne objetivos e caminhos.

As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (2011-2015) aprovadas na 49ª Assembléia dos Bispos do Brasil desejam ser uma resposta aos desafios que emergem em nosso tempo de transformações radicais na totalidade da existência, que, às vezes, geram perplexidade, ameaçam a vida em suas diversas formas e levam o ser humano a se afastar dos valores do Reino de Deus.

Desta forma as atuais Diretrizes são um convite para que toda pessoa batizada, como discípula-missionária, assuma o mandato de Jesus Cristo: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa-Nova a toda a criatura!” (Mc 16,15). Elas poderão testemunhar a Boa-nova na medida em que cada Igreja Particular visibilizar as Diretrizes através dos planejamentos pastorais”. (STEINER, CNBB, 2011).


Tendo consciência disto, a Coordenação do Conselho de Pastoral da Paróquia Santa Cândida, convida-o, a participar do Novenário em preparação a Festa da Padroeira Santa Cândida, conforme programação religiosa:


PROGRAMAÇÃO LITÚRGICA


1º dia- 30 de julho (sábado)- 19:30 horas
Tema: Na ação da Igreja, tudo precisa partir de Jesus Cristo: “Recomeçar a partir de Jesus Cristo” (DAp 12 e 41)
Celebrante: Pe. Luiz Czarnecki, CM
Animação litúrgica: Comunidade Santa Cruz- Jardim Cruzeiro

2º dia- 3 de agosto (quarta-feira)- 20:00 horas
Tema: Conversão Pastoral: um conceito indispensável em nossos dias.
Celebrante: Pe. André Marmilicz, CM
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora de Salete - Jardim Carvalho

3º dia- 6 de agosto (sábado) – 19:30 horas
Tema: Igreja em estado permanente de missão", uma urgência pastoral
Celebrante: Pe. Eliseu Wisniewski, CM
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora de Fátima - Roça Grande

4º dia- 10 de agosto (quarta-feira) - 20:00 horas
Tema: "Igreja, casa da iniciação à vida cristã",  uma urgência pastoral
Celebrante: Pe. José Moreira Ribeiro, CM
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora Aparecida e Comunidade São José - Georgina e Jardim Arapongas

5º dia-13 de agosto (sábado) - 19:30 horas
Tema: "Igreja, fonte de animação bíblica da vida e da pastoral”, uma urgência pastoral
Celebrante: Pe. Odair Miguel Gonçalves dos Santos, CM
Animação litúrgica: Comunidade São Pedro – Jardim Osasco

6º dia- 17 de agosto (quarta-feira) - 20:00 horas
Tema: "Igreja, comunidade de comunidades", uma urgência pastoral
Celebrante: Pe. Piercarlo Bertrando, CM
Animação litúrgica: Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus- Tereza Glaser

7º dia- 20 de agosto (sábado) - 19:30 horas
Tema: "Igreja a serviço da vida plena para todos", uma urgência pastoral
Celebrante: Pe. Carlos L. Bacheladenski, CM
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora da Penha – Vila Guaracy

8º dia- 24 de agosto (quarta-feira) - 20:00 horas
Tema: “Igreja: ouve o Espírito, mas planeja as atividades” - A importância do planejamento como processo na ação pastoral
Celebrante: Pe. Eusébio Spisla, CM
Animação litúrgica: Comunidade São Vicente de Paulo - Jardim Aliança


9º dia- 27 de agosto (sábado) – 19:30 horas
Tema: As Diretrizes Nacionais e as implicações para a Paróquia
Celebrante: Pe. Simão Valenga, CM
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora Aparecida - Ouro Verde


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28 de agosto (domingo)
08:00 h- Missa
Celebrante: Pe. Simão Valenga, CM
10:00h- Procissão em louvor a Santa Cândida com os padroeiros das comunidades
10:30h- Missa Solene
Celebrante: Pe. Fabiano Spisla, CM
12:00h- Almoço festivo
19:00- Missa
Celebrante: Pe. Eliseu Wisniewski, CM

terça-feira, 19 de julho de 2011

O ANEL E A ALIANÇA


Hoje vamos falar sobre o anel e a aliança. É muito antigo o uso de anéis e alianças nos dedos da mão. A palavra ALIANÇA simboliza o perfeito, o infinito, o eterno. O faraó do Egito usava um anel como símbolo da promessa feita perante a corte. O papa usa o anel pontifício. E também, o papa entrega o anel cardinalício a cada novo cardeal, como símbolo de dignidade, solicitude pastoral e comunhão com a Sede de São Pedro. Os bispos e alguns religiosos também usam um anel. As alianças de casamento começaram a ser usadas no século XV. No início, marido e mulher usavam as alianças no terceiro dedo da mãe esquerda, na crença de que desse dedo parte uma veia que segue até o coração. Só mais tarde a aliança migrou para o dedo anular. O Papa Inocente III fez distinguir o anel de noivado, usado na mão direita, da aliança de casamento, usada na mão esquerda. Nos nossos dias, na parte interna da aliança de casamento grava-se o nome do cônjuge e a data do casamento, sendo que o marido carrega a aliança que contém o nome da esposa e esposa carrega o nome do marido. A aliança é confeccionada em ouro, um metal nobre que dura para sempre, simbolizando que o casamento deve ser para sempre. Quando o casal chega aos 25 anos de casamento, recobre-se a aliança com um fio de prata; nas bodas de ouro, mais um fio de ouro; nos 60 ou 75 anos de casamento, incrusta-se um diamante em cada aliança. Porém, nem todos os casais carregam a aliança matrimonial.

Na sua opinião, os casais devem carregar a aliança de casamento no dedo anular da mão esquerda? Ou carregar a aliança já não significa mais nada?

Autor: Pe. Máikol

domingo, 10 de julho de 2011

QUEM TEM OUVIDOS PARA OUVIR, OUÇA

            

            O capítulo 13 de Mateus, estruturalmente, é o centro do Evangelho. Tudo se concentra no ponto central da mensagem de Jesus: o Reino de Deus, que continua algo misterioso. O capítulo consiste de sete parábolas - as parábolas do Reino - e alguma explicação delas. O trecho de hoje nos relata a parábola que é conhecida como a do semeador (embora o texto enfatize mais a semente),  junto com uma explicação do seu sentido.
            O que é uma parábola? Um exegeta, C.H. Dodd, deu a seguinte definição: “Parábola: uma metáfora tirada da vida diária ou da natureza, que chama a atenção do ouvinte pelas imagens vivas ou estranhas, e que deixa-o com dúvida suficiente sobre o seu sentido exata para que seja estimulado a refletir por si mesmo.” A parábola de hoje usa imagens conhecidas na Palestina rural do então - a semeadura - e na sua forma original não trazia explicação. Terminava com o desafio de Jesus para que os ouvintes aprofundassem por si mesmos o seu sentido: “quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.
É bom lembrar que, na Palestina antiga, se jogava a semente antes de arar a terra. Por isso, alguma semente caía nas picadas que atravessavam os campos “à beira do caminho”; outra parte seria logo queimada pelo sol terrível do país; outra parte, comida pelas aves, outra parte perdida porque a terra era rala e cheia de ervas daninhas. Mas, uma parte cairia em terra fértil que dava frutos, conforme a sua possibilidade.
            Assim, no início podemos supor que o semeador era Deus, Jesus, ou um emissário d’Eles; a semente seria a Palavra de Deus e os tipos diferentes de solo, as respostas diferentes dos ouvintes. Alguns deixam o fascínio do mal, nas suas diversas formas, roubar a semente; outros acolhem a Palavra; mas, de uma maneira superficial, e não demora muito para que se torna infrutífera nas suas vidas. Outros aceitam a Revelação divina, mas a colocam em segundo plano, enquanto correm atrás das riquezas de um mundo consumista. Relegando assim Deus e o seu projeto, fazem com que a religião se torne algo de fachada, que em nada ajuda o Reino a crescer. Mas, a finalidade da história é de dar esperança. Embora haja muitos fracassos, em última instância o trabalho do semeador dá certo - sempre há pessoas que recebem com entusiasmo a Palavra, e suas vidas, baseadas na fé viva, dão muitos frutos. Não é necessário que todos deem frutos iguais - mas que todos deem conforme as suas possibilidades, cem, sessenta e trinta por um.
            Depois de dois mil anos de semeadura, cabe perguntar sobre os frutos da semeadura na nossa sociedade, dita cristã. Depois de quinhentos anos das Igrejas no Brasil, será que o solo - nós cristãos – temos dado os frutos de uma sociedade justa e fraterna, conforme o desejo de Deus? Estamos sendo - individualmente e comunitariamente - quê tipo de solo? Deixamos a semente penetrar no solo dos nossos corações, ou deixamos a semente na superfície, como a que caiu à beira do caminho? Ou a aceitamos através da catequese sacramental e da tradição familiar, sem aprofundá-la, ficando numa prática estéril para manter aparências e tradição, mas que não afeta em nada a sociedade? Ou deixamos os espinhos modernos - as tentações de uma sociedade materialista, consumista, de competitividade - sufocar as reações de fraternidade e solidariedade que devem marcar os que acolhem a Palavra? Ou, com a graça de Deus, procuramos ser solo fértil, onde a fertilidade inerente na semente possa brotar em frutos de bondade e justiça, conforme as nossas possibilidades, deixando acontecer o que profetizou Segundo-Isaías: “Assim acontece com a minha Palavra que sai da minha boca: ela não volta para mim sem efeito, sem ter realizado o que eu quero e sem ter cumprido com sucesso a missão para a qual eu a mandei” (Is 55, 11). O semeador é Deus, a semente é boa - mas que tipo de solo sou eu, somos nós? “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”

quarta-feira, 29 de junho de 2011

SÃO PEDRO E SÃO PAULO

     No dia 3 de julho a Igreja celebra a festa dos dois grandes apóstolos, Pedro e Paulo. Como evangelho do dia, escolheu-se a história do caminho de Cesareia de Felipe. O relato mais antigo está em Marcos, Cap. 8, 27-38, que se tornou o pivô de todo o Evangelho. A estrutura de Mateus é diferente; mas, o relato tem a mesma finalidade, ou seja, clarificar quem é Jesus e o que significa ser discípulo d’Ele.
     A pedagogia do relato é interessante. Primeiro Jesus faz uma pergunta aparentemente inócua: “Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?” Assim recebe diversas respostas, pois esta pergunta não compromete, é o “diz que”. Mas a segunda pergunta traz a facada: “E vocês, quem dizem que eu sou?” 
 Agora não vêm muitas respostas, pois quem responde em nome pessoal, e não dos outros, se compromete com as consequências! Somente Pedro se arrisca e proclama a verdade sobre Jesus: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Aparentemente, Pedro acertou e realmente, em Mateus, Jesus confirma a verdade do que proclamou! Afirmou que foi através de uma revelação do Pai que Pedro fez a sua profissão de fé. Mas, para que entendamos bem o trecho, é necessário que continuemos a leitura pelo menos até v. 25. Pois, o assunto é mais complicado do que possa parecer.
     Pois, após afirmar que Pedro tinha falado a verdade, Jesus logo explica o que significa ser o Messias. Não era ser glorioso, triunfante e poderoso, conforme os critérios deste mundo. Muito pelo contrário, era ser fiel à sua vocação como Servo de Javé, era ser preso, torturado e assassinado, era dar a vida em favor de muitos. Jesus confirmou que, de fato, era o Messias, mas não do jeito que Pedro quis. Este, conforme as expectativas do povo do seu tempo, quis um Messias forte e dominador, não um que pudesse ir, e levar os seus seguidores com Ele, até a Cruz! Por isso, Pedro remonta com Jesus, pedindo que nada disso acontecesse, e como recompensa ganha uma das frases mais duras da Bíblia: “Fique atrás de mim, satanás, você é uma pedra de tropeço para mim, pois não pensa as coisas de Deus, mas dos homens!” (v. 23). Pedro, cuja proclamação de fé mereceu ser chamada a pedra fundamental da Igreja (v. 18), é agora chamado de Satanás - o Tentador por excelência - e “pedra de tropeço” para Jesus! Pedro tinha os títulos certos para Jesus; mas, a prática errada! Usando os nossos termos de hoje, de forma um tanto anacrônica, podemos dizer que ele tinha ortodoxia, mas não ortopraxis!
     Assim, Jesus usa o equívoco de Pedro para explicar o que significa ser seguidor d’Ele: “Se alguém quer me seguir, renuncie a se mesmo, tome a sua cruz, e siga-me” (v. 24). Ter fé em Jesus não é, em primeiro lugar, um exercício intelectual ou teológico, mas uma prática; o seguimento d’Ele na construção do seu projeto, até as últimas consequências.
     Hoje, enquanto celebramos os nossos dois grandes missionários, a segunda pergunta de Jesus ressoa forte: para nós, quem é Jesus? Não para o catecismo, não para o Papa ou o Bispo ou Pastor, mas para cada de nós pessoalmente? No fundo a resposta se dá, não com palavras, mas pela maneira em que vivemos e nos comprometemos com o projeto de Jesus - Ele que veio para que todos “tivessem a vida e a vida plenamente!” (Jo 10, 10). Cuidemos para que não caiamos na tentação do equívoco de Pedro, a de termos a doutrina certa, mas a prática errada, de cairmos na tentação de substituir o caminho humilde e serviçal da cruz pela pompa e ritual, de esquecermos os valores do Reino de Deus para substituí-los com os valores da sociedade vigente. Pedro aprendeu ao longo da vida o que é ser discípulo, pois terminou crucificado também, mas não foi fácil a mudança de mentalidade. Paulo também teve que despojar-se da toda a sua formação farisaica, quando descobriu que a Lei não salva ninguém, mas somente a graça de Jesus.
     Hoje, quando o pobre quase desaparece dos documentos oficiais da Igreja (embora o Espírito inspirasse os participantes da V Assembleia de CELAM em Aparecida a voltar a esta opção “com renovado vigor,” e o Papa Bento XVI insiste nessa opção em Verbum Domini), quando diversos setores da Igreja se esquecem de Vaticano II e do seu conceito do povo de Deus, torna-se mais importante do que nunca lembrar o ensinamento de Jesus sobre o discipulado: Ele “não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20, 28).
Fonte: Pe. Tomaz Hughes

segunda-feira, 20 de junho de 2011

OS DEZ MANDAMENTOS DO DÍZIMO


     Para a nossa meditação vamos propor os dez mandamentos de um dizimista fiel. O mesmo vale para aqueles que desejam iniciar essa maravilhosa experiência de Deus na vida comunitária. O dizimista deve iniciar a sua experiência sabendo o que está fazendo, qual decisão está tomando.
     Entregamos tudo a Deus: problemas, doenças, desequilíbrio financeiro, nossa vida pecaminosa; mas quando o assunto é o bolso, a coisa aperta e penso que a última coisa que o cristão entrega para o Senhor seja o controle financeiro da sua vida, porque os demais, desde o primeiro dia abrimos mão. Não vejo forma mais desafiadora do que esta, de mostrar a Deus que Ele é realmente o Senhor de toda a nossa vida, sendo um dizimista fiel.

1º Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo. Partilho com alegria, conforme manda meu coração, seguindo as palavras de São Paulo (2 Cor 9-7);

2º Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. "O Senhor é meu pastor e nada me faltará" (Sl 23). "Que tens tu que não tenhas recebido?" (São Paulo);

3º Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo. "Não foram dez os curados? Onde estão os outros nove? Só um voltou para dar glória a Deus?" (Lc 17, 11-19);

4º Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia, e sei que o dízimo é fonte de bençãos. "Trazei o dízimo integral ao templo para que haja alimento em minha casa" (Ml 3, 10);

5º Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai; minha contribuição é prova de fé e de confiança. "Olhai as aves do céu, olhai os lírios do campo! Muito mais o Pai cuidará de vós" (Mt 6, 25-31);

6º Sou dizimista porque o partilhar mata o meu egoísmo. "Insensato, hoje morrerás. De que te valeu ter acumulado tantos tesouros" (Lc 12, 16-21);

7º Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. "Onde dois ou mais se juntarem em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18, 20);

8º Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidades. "Tudo o que fizeste a um dos meus irmãos menores, a mim o fizestes" (Mt 25, 40);

9º Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria celebrando desde já a vida plena. "Vou preparar-vos um lugar" ( Jo 14, 1-5); "Vinde, benditos de meu Pai..." (Mt 25, 34);

10º Sou dizimista porque quero ver a minha comunidade crescer e minha Igreja testemunhar o Evangelho no mundo inteiro. "Ide por toda a terra, pregai a Boa Nova, Batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28, 19-20; Mc 16, 15).
(Fonte: Revista Caminhando, agosto 2007 e comentários alhures).
     Este aí é o seu tesouro. Ou melhor, você poderá desfrutar do seu tesouro. Se o homem entregar totalmente a Deus o seu coração, entregará juntamente o seu tesouro. Mas não se esqueça: você só poderá dar algo a Deus se primeiro tiver se dado a Ele, e saiba que nós nunca receberemos nada, se do céu não nos for dado.
  

PASTORAL DO DÍZIMO

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O PERDÃO

Hoje, vamos falar sobre o perdão. Vejamos algumas frases sobre o perdão: Errar é humano; perdoar é divino. Perdoar é próprio de almas generosas. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. Pode-se perdoar, mas esquecer, isso é impossível. Aquele que não consegue perdoar aos outros, destrói a ponte por onde irá passar. Não se pode ir longe na amizade sem se estar disposto a perdoar os pequenos defeitos um ao outro. As três coisas mais difíceis do mundo são: perdoar uma ofensa, guardar um segredo e aproveitar o tempo. Perdão, eu errei. O fraco jamais perdoa; o perdão é característica do forte. Para todo pecado sempre existe perdão. O arrependimento do pecador é o princípio do perdão divino. A vingança nos torna iguais ao inimigo; o perdão nos faz superiores a ele. Facilidade de perdão é incentivo ao crime. A maior tristeza é não poder sorrir para os que já se foram e nem poder pedir-lhes perdão. Assim como você deve manter seu corpo limpo e bem arrumado, igualmente você deve fazer com sua mente e coração através do perdão. Perdoar é o presente mais belo. O perdão não faz a outra pessoa correta, mas, ele te faz livre. Deus perdoa sempre; os homens, às vezes; a natureza, nunca. Não existe perdão sem o arrependimento do mal praticado. No dicionário, perdão é livramento de pena, ofensa ou dívida; ainda no dicionário, perdão é remissão de culpa, ou seja, perdão dos pecados.
Na sua opinião, como é o perdão de verdade?
Autor: Pe. Máikol

domingo, 29 de maio de 2011

COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA

Nossa Senhora, nossa Mãe, foi homenageada pelas crianças da catequese, representando sua coroação.

 
Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos. Abrindo portas e portões. Abrindo casas e corações. A Mãe indo na frente, os filhos estão protegidos e seguem seus passos.

Maria passa na frente e resolve tudo aquilo que somos incapazes de resolver.

Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance. Tu tens poder para isso!

Mãe, vai acalmando, serenando e tranquilizando os corações.

Termina com o ódio, os rancores, as mágoas e as maldições. Tira teus filhos das perdições!

Maria, tu és Mãe e também a porteira. Vai abrindo o coração das pessoas e as portas pelo caminho. Maria eu te peço:

PASSA NA FRENTE!!! Vai conduzindo, ajudando e curando os filhos que necessitam de ti. Ninguém foi decepcionado por ti depois de ter te invocado e pedido a tua proteção. Só tu, com o poder de teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis. Amém!



domingo, 22 de maio de 2011

JANTAR DAS MÃES

Já é tradição. Há quatro anos a Capela realiza este encontro com a comunidade para comemorar esta data especial. E novamente o jantar foi um sucesso!

Agradecemos a todas as pessoas que estiveram presentes e ao time de voluntários que se dedicaram aos preparativos do evento. Com toda esta força, logo conseguiremos iniciar as obras para a construção definitiva da Igreja. 



Pelo sorriso do Pe. Simão, o jantar servido foi aprovado com louvor!